Divórcio
Acompanhamento em divórcios consensuais e litigiosos, com atenção ao que protege você e os filhos durante e depois do processo.
Quando a separação chega, surgem perguntas que ninguém ensina a fazer. O caminho começa com uma conversa: você conta o que está acontecendo, sem juridiquês, e a gente decide juntas os próximos passos.
Conversar no WhatsAppAcompanhamento em divórcios consensuais e litigiosos, com atenção ao que protege você e os filhos durante e depois do processo.
Análise do que entra e do que fica fora da partilha, a partir do regime de bens do casamento ou da união estável.
Definição de guarda (compartilhada ou unilateral) e regulamentação de convivência pensadas a partir do que faz sentido para os filhos.
Pedido, revisão ou execução de pensão — para crianças, adolescentes e, em alguns casos, para a própria mulher.
Você manda mensagem contando o que está acontecendo. Sem formulário, sem cadastro, sem juridiquês.
Agendamos uma chamada por Google Meet ou WhatsApp em horário que funcione para você.
A partir do seu relato, explico em linguagem clara o que costuma ser necessário em casos parecidos.
Entender o que aconteceu, qual é o cenário familiar e o que você espera daqui pra frente.
Mapeamos o que existe (certidões, comprovantes, registros) e o que precisa ser produzido.
Definimos juntas o caminho mais adequado: consensual, mediação ou judicial.
Você é informada das movimentações em linguagem clara — em cada etapa.
Nem tudo precisa estar pronto pra primeira conversa — mas se já tiver algo em mãos, a análise fica mais ágil.
“Quem pede o divórcio perde direito à partilha.”
A partilha não depende de quem pediu o divórcio. Depende do regime de bens adotado e do que foi adquirido durante a relação.
“Guarda compartilhada significa metade do tempo com cada um.”
Guarda compartilhada é decisão conjunta sobre a vida dos filhos. O tempo de convivência é definido separadamente, de acordo com o melhor interesse das crianças.
“Pensão dura até os 18 anos e acaba.”
A pensão pode continuar enquanto durar a necessidade — incluindo período universitário, dependendo do caso e do reconhecimento judicial.
Estas são respostas curtas e gerais. Para o seu caso, a conversa no WhatsApp é o melhor caminho.
Não. O atendimento começa pelo WhatsApp e segue por vídeo. Documentos podem ser enviados digitalmente, e atos formais (audiências) acontecem por videoconferência quando o juízo permite.
A primeira conversa pelo WhatsApp serve para entender sua situação. Honorários são tratados em separado e seguem os parâmetros da Tabela da OAB/MG, com proposta apresentada após a análise inicial.
Depende do tipo. O consensual extrajudicial (sem filhos menores ou nascituros) costuma ser mais rápido. O judicial varia conforme a vara, a complexidade da partilha e a presença de filhos. Cada caso pede uma análise específica.
Em alguns casos, sim — geralmente quando há dependência econômica documentada e por período determinado. A análise é feita caso a caso, considerando o histórico do casal.
Sem compromisso, sem juridiquês. A partir do seu relato, a gente conversa sobre o caminho.
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